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Meditando na Palavra de Deus

Texto Bíblico: Josué 1:8-9

            Este capítulo fala do servo Josué o qual serviu a Deus nos tempos de Moises, mas podemos aplicar o seu exemplo nos nossos dias sendo que ele foi um servo fiel e sincero. Uma das características mais importantes nesse capítulo de Josué é quando Deus se oferece para ajudá-lo depois que ele foi escolhido para governar o povo de Israel Deus disse “Estarei com você nunca o deixarei, nunca o abandonarei” Josué 1:5.

            Deus segundo a sua boa vontade olhou para ele, além de olhar para ele, o capacitou: Deus capacita quem ele chama, e de tal forma ele guarda e guia, isso aconteceu na vida de Josué. Mais para isso era necessário que Josué meditasse na lei do senhor que é a palavra de Deus, os mandamentos que poderiam fazê-lo andar na presença de Deus “todo crente deve meditar na palavra do senhor, pois quando meditamos na palavra de Deus, ele nos dá discernimento e orientação de como andar e viver”

            No capítulo Josué 1:8 Deus pede para que Josué medite tanto de dia como de noite, além de ele meditar lhe daria o conhecimento e temor do que esta escrita no livro da lei que é a palavra de Deus. Uma das características do Josué foi que ele obedeceu a voz de Deus, assim também Deus requer de nós obediência, devemos obedecer a ele e a sua voz. Assim como nós também devemos e precisamos meditar na palavra do senhor todos os dias de nossas dias as vezes não é fácil mas precisamos nos esforçar e os nossos dias serão abençoados.

            Irmãos, a bíblia não é um amuleto, nem um enfeite ela é a palavra de Deus que serve tanto para nos disciplinar como para nos orientar, dando-nos o pleno discernimento e conhecimento. Deus nos ordena fazer isso, “Não somos diferentes de Josué”  apenas devemos meditar e entender a vontade do nosso Deus através do nosso Jesus Cristo, tudo depende de Deus, basta sermos obedientes a ele e sua vos.

            Em Salmos 1:2 a palavra de Deus nos diz “Antes, o seu prazer está na lei do senhor, e na sua lei medita de dia e de noite” o nosso prazer deve ser isso meditar na palavra do senhor para que nos vá bem enquanto estivermos nessa terra que não nos pertence.

DEUS ABENCOE!

A importância de uma escolha

 

 

Muitas vezes não paramos para pensar, mas o que nós estamos vivendo hoje é decorrência de uma escolha que pode ter sido tomada há alguns dias, meses ou até mesmo anos.

A vida do ser humano é pautada por escolhas. Geralmente, no momento da decisão, não pensamos nas conseqüências que podem advir desse ato.

Mas, assim como existe a lei física que preceitua que “a toda ação cabe uma reação”, podemos constatar que toda escolha produz uma conseqüência.

A experiência nos revela que há escolhas que podem levar o homem à bênção, mas também há aquelas que podem levá-lo à desgraça.

A Bíblia relata a vida de um homem chamado Ló, sobrinho do patriarca Abraão. Segundo o texto sagrado, em determinado momento da sua vida Ló teve de separar-se de Abraão, e foi instado a tomar uma decisão. Abraão proporcionou que o seu sobrinho escolhesse a terra que quisesse. Ainda que tivesse todas as alternativas possíveis no momento, Ló fez a pior escolha da sua vida.

Ló foi enganado pelos seus olhos. A terra “parecia” muito boa, mas o habitar naquele lugar junto com sua família somente lhe trouxe desgraça.

Ló perdeu sua esposa, perdeu seus bens e terminou sua vida, moral e espiritualmente, corrompido, ao coabitar com suas duas filhas e gerar-lhes descendência.

Tudo isso, conseqüência de uma escolha equivocada.

Na Parábola do filho pródigo, é retratada a desastrosa escolha realizada por um jovem ao abandonar a casa paterna em busca de coisas novas.

A esse jovem não lhe faltava nada. O pai possuía muitas posses. Mesmo assim, ele escolheu viver uma vida independente, uma vida segundo os seus próprios pensamentos.

A Bíblia nos narra as desilusões e o sofrimento porque passou esse rapaz, que chegou ao ponto de ter que cuidar porcos, o que era extremamente humilhante para um judeu, pois esse animal é considerado impuro.

A estória narra, ainda, que o moço conseguiu retornar para a casa do seu pai e retomar a sua vida, mas é evidente que tudo o que ele passou poderia ter sido evitado se ele não tivesse feito aquela escolha inicial.

Ademais, ainda que ele tenha retomado a sua vida, as marcas da dor, da humilhação e do sofrimento o devem ter acompanhado até os seus últimos dias.

Tudo isso, conseqüência de uma escolha equivocada.

Há decisões em nossa vida que até podem parecer insignificantes, mas, em verdade, se forem erradas podem nos trazer amargas conseqüências.

Salomão escreveu Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte. Pv. 14.12.

Quem nunca pensou em retroceder no tempo e mudar algumas escolhas realizadas a fim de evitar frustrações, decepções, dor etc?

Pois é, podemos evitar muitas horas amargas no futuro, se chegarmos diante d’Aquele que sonda os nossos corações e conhece o nosso caminho, para que nos dirija na escolha a tomar.

Deus tem uma preocupação especial com os seus filhos e sempre quer o melhor para eles, por isso, não esqueça, ao ter de decidir algo em sua vida, ainda que pareça de pouca importância, chegue até a Sua presença e peça direção. Com certeza você não será decepcionado.

 

Fábio Oliveira de Souza

Evangelista da IBC Canguçu-RS

Formado em Teologia – Seminário Teológico Gilgal

A inversão da conversão

 

 

 

 

 

 

 

 

 

    Um dos fenômenos modernos que vêm me chamando a atenção é o do velho tema da conversão. No passado, a experiência da conversão era caracterizada por uma reforma radical da vida. O convertido era alguém que renunciava o pecado, o mundo e a carne para viver para Cristo, obedecendo a sua Palavra, buscando fazer a sua vontade, negando a si mesmo e se afirmando pela fé em Cristo. Éramos convertidos a Cristo. Na linguagem de Isaías, esta conversão envolvia uma transformação dos nossos caminhos e pensamentos, levando-nos a considerar como superiores e melhores os caminhos e os pensamentos de Deus.

A modernidade vem lentamente mudando este conceito. Eu diria que hoje, o fenômeno mais comum que observo em muitos testemunhos cristão, não é mais o de nossa conversão a Cristo, mas a conversão de Cristo a nós. Digo isto porque o que normalmente ouvimos, nos relatos das experiências de muitos cristãos modernos, são histórias das ações de Deus em suas vidas resolvendo problemas, curando suas enfermidades, livrando-os do mal e dos perigos, abrindo portas para novas oportunidades, abençoando seus planos e projetos. Obviamente isto não tem nada de mais, é a expressão mais legítima da presença cuidadosa de Deus em nossas vidas. No entanto, quando nos tornamos o centro das atenções de Deus e julgamos que sua existência só é justificada pelos benefícios que recebemos dEle, invertemos a ordem da conversão e, ao invés de sermos convertidos a Cristo, é Ele quem se converte a nós.

Por outro lado, me chama também a atenção a ausência cada vez maior de testemunhos que expressem as mudanças e transformações da vida e do caráter, que demonstrem a disposição do coração e da alma humana em se deixar moldar pela natureza divina, testemunhos que apontem para uma conversão de nós a Cristo.

As conseqüências de uma conversão de Cristo a nós podem nos levar ao abismo mais profundo do egoísmo humano e nos afastar da vida liberta e verdadeiramente humana que Cristo nos oferece.

A conversão nunca é o processo de transformar Cristo numa espécie de “gênio da lâmpada”, que existe apenas para atender nossas demandas e necessidades. Não nego o amor de Deus e seu desejo de nos abençoar, mas o caminho da conversão continua sendo o da nossa transformação em Cristo, da reconciliação com Deus, da renúncia ao pecado, da sujeição ao senhorio de Cristo, da obediência à sua Palavra e da santidade do caráter. È a transformação da nossa natureza caída na imagem de Deus, é ser cada dia mais parecido com Jesus.

 

Ricardo Barbosa de Sousa

Conferencista e pastor.

 

(Fragmento do artigo do publicado na edição número 76 da Revista Eclésia)

Amuletos e superstições

     De nada adianta colocar um adesivo no carro com os dizeres ‘Propriedade de Jesus’, se o motorista for imprudente ao volante

Dia desses, vi um carro que tinha uma Bíblia aberta em cima do painel. O carro certamente sofreu um acidente, pois estava amassado. Não pude deixar de observar que a presença de uma Bíblia ali não tinha adiantado de nada. Mas alguém que crê em superstições logo diria que o carro estava amassado porque a Bíblia não estava aberta no salmo 91.
     Hoje, quanta gente tem transferido a sua confiança e tranqüilidade para amuletos e superstições? Nesse sentido, há uma caixa de ferramentas e práticas bem sortidas: a ferradura, que tem de ser com sete furos; pé de coelho; figa; o hábito de não passar por baixo de escada. Quebrar um espelho ou cruzar com gato preto, então, dá sete anos de azar. Já para espantar os maus espíritos ou repelir mau olhado existe a carranca, muito usada naqueles barcos do rio São Francisco. Ela também deve ser colocada na entrada do local a ser protegido.
     No meio evangélico, muitos tratam pejorativamente essas crendices, mas nós, crentes, também temos nossos amuletos e superstições: copo de água ou lenço que podem receber a bênção da oração de algum “sacerdote”; jejum, para dobrar a vontade de Deus. Vale até adesivo no carro com versículo bíblico ou com alguma frase de “poder”, o que, na prática, tem o mesmo efeito da carranca.
     Talvez, alguém possa me tratar com descaso, afirmando que estou esquecendo o significado simbólico e o imaginário que está por trás desses rituais e objetos religiosos; mas, neste momento, estou preocupado não com o que tudo isso significa para o indivíduo, mas o seu significado teológico e bíblico. Na verdade, queremos um Deus que funcione segundo nossa vontade, que faça a nossa vida dar certo, que autentique um projeto de vida boa. Não estamos preocupados com uma mudança radical de vida, olhando a nossa existência do ponto de vista de Deus.
     Tratar a vida espiritual achando que a coisa deve funcionar como um remédio é fácil – é só tomar que faz efeito. Tome a água abençoada, ou ponha o lenço na cabeça, e Deus vai fazer a coisa dar certo. Esquecemos que Deus nos deu o atributo chamado liberdade, para que muita coisa dependa de nós também. Por isso, precisamos pedir-lhe sabedoria para agir corretamente.
     De nada adiantará você colocar um adesivo no carro com os dizeres “Propriedade de Jesus”, se for imprudente ao volante. De nada vale fazer jejum pedindo um emprego para Deus, se você é preguiçoso, incompetente ou trata mal o chefe e os colegas de trabalho. Talvez sejam esses os motivos por que esteja desempregado.
     Em vez de alimentarmos crendices e transferirmos nossa responsabilidade para objetos “sagrados”, vamos assumir o risco de construir nossa história com dignidade, pedindo sabedoria a Deus e buscando os referenciais seguros em sua Palavra, para que nossas decisões sigam o caminho da prudência. No que não depender de nós, vamos confiar que Deus cuidará. Vamos crer também em milagres, mas no momento e do jeito que o Senhor quiser fazê-los.

Ricardo Barbosa de Sousa

Conferencista e pastor

 

(Artigo publicado na edição número 104, da Revista Eclésia).

Esperar em Deus

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

         Quantas vezes nós oramos a Deus, por algum motivo específico, e queremos a resposta quase que de forma imediata? Se Deus não nos responde quando e como queremos já ficamos pensando que o Senhor não se importa conosco, que se esqueceu de nós.

        Vivemos em um mundo onde praticamente tudo é muito rápido ou instantâneo. Hoje se saca dinheiro no banco em no máximo um minuto por meio de máquinas (caixas eletrônicos), evitando filas enormes, ou, ainda, posso nem ir ao banco e efetuar qualquer pagamento com o cartão de crédito; se eu quero falar com alguém que está do outro lado do mundo, somente levanto o telefone, disco o número e em poucos minutos a comunicação está estabelecida, ou, ainda, posso conversar com essa pessoa pela Internet; se estou viajando em meu veículo, sem precisar parar e perder tempo de viagem, posso telefonar do telefone celular e organizar as atividades que terei de cumprir na cidade de destino.

          No mundo tudo se tornou mais rápido. Toda essa mudança que houve na área tecnológica repercutiu diretamente no nosso cotidiano, afetando, inclusive, a nossa vida espiritual.

          Muitas pessoas têm-se frustrado com Deus, pois querem que Ele aja de forma imediata, não sabem esperar em Deus.

          Meu irmão, a Bíblia Sagrada nos revela que Deus tem um tempo determinado para cada coisa. O sábio Salomão, em sua idade avançada, escreveu “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou...tempo de estar calado e tempo de falar.” Ec 3.1,2a e 7b. Portanto, devemos de considerar que existe o tempo de pedir, mas também existe o tempo de esperar, e é isso que devemos aprender.

           Se conseguirmos colocar em prática em nossa vida essa singela lição, com certeza seremos cristãos mais eficazes no Reino de Deus. Talvez a situação que você enfrenta é difícil e a resposta não pode demorar muito. Não desanime, não desista, lembre-se o que a Palavra de Deus nos diz: “Os que esperam no Senhor renovarão as suas forças e subirão com asas como águias; correrão e não se cansarão; caminharão e não se fatigarão” Is 40.31.

 

Fábio Oliveira de Souza

Evangelista da IBC Canguçu-RS

Formado em Teologia – Seminário Teológico Gilgal

          MISSÔES

Se você é cristão, você tem uma missão: pregar o evangelho! Todo cristão é chamado para ser missionário, seja em casa, no trabalho, com os amigos ou em outra parte do mundo. Todo o mundo precisa conhecer a verdade sobre a salvação em Jesus Cristo e você pode ajudar nessa missão.

 

 

  • A missão: pregar o evangelho, fazer discípulos e ensiná-los a obedecer a Deus.

  • O alvo: o mundo inteiro.

  • A duração: até o fim dos tempos.

 

Você não precisa ser um super cristão para cumprir a missão. Basta crer em Jesus e estar pronto para obedecer. Os primeiros missionários (os apóstolos) incluíam todo tipo de pessoas, como pescadores, um cobrador de impostos e um fabricante de tendas. Cada cristão pode participar do grande plano de Deus para salvar o mundo.

 

Missões - levando o evangelho aos confins da terra

 

Algumas pessoas são chamadas para espalhar o evangelho no lugar onde vivem, mas outras são chamadas para levar o evangelho a outros lugares. Os primeiros missionários saíram de Jerusalém e viajaram por todo o império romano, levando as boas notícias da salvação a quem nunca tinha ouvido falar de Jesus. Hoje em dia, ainda há muitas pessoas no mundo que não sabem sobre Jesus.

Parte do trabalho da Igreja é enviar e apoiar missionários para pregar o evangelho a quem ainda não foi alcançado. Isso pode ser no bairro vizinho ou do outro lado do mundo! Onde falta a alegria e a esperança da salvação, ali é um campo missionário.

Você foi chamado para fazer parte dessa grande missão. Seja como missionário, seja apoiando missionários, seja ajudando na igreja ou falando com os amigos sobre Jesus, você tem um papel no plano de Deus para salvar outras pessoas. Tenha um coração cheio do amor de Jesus, tenha um coração missionário.

 

Como apoiar missões:

  • Envolva-se em uma igreja - a igreja local é a base para todo trabalho missionário

  • Informe-se - existem muitas igrejas e organizações missionárias em que você pode se envolver

  • Ore pelos missionários - o trabalho missionário não é fácil e precisa de apoio espiritual

  • Apoie um missionário - todo missionário precisa de financiamento, recursos, amigos, encorajamento, etc.

  • Considere ser um missionário - quem sabe? Talvez Deus esteja chamando você para uma missão...